Quanto tá o quilo do bronze? Preço atual, tipos e fatores

Quer saber quanto tá o quilo do bronze hoje? Tá pensando se vale a pena vender ou comprar?

Hoje, o preço médio do quilo do bronze no Brasil gira em torno de R$ 33,00. Isso pode mudar bastante dependendo da região, da pureza e do estado do material.

Pessoa segurando um pedaço de bronze em um ambiente de reciclagem de metais.
Quanto tá o quilo do bronze? Preço atual, tipos e fatores

Aqui, você vai descobrir onde dá pra achar preços melhores, por que cidades e tipos de sucata mudam o valor, e como fatores como o preço do cobre mexem com tudo isso.

Quanto tá o quilo do bronze hoje?

Mão segurando uma barra de bronze sobre uma balança digital em um ambiente de trabalho.

Hoje em dia, o preço do quilo do bronze no Brasil fica perto dos R$ 33,00. Mas olha, isso muda muito dependendo da pureza, da liga e da região.

Essas diferenças impactam o quanto você consegue ao vender sucata ou comprar material pra algum projeto.

Faixas de preço e variações regionais

No Brasil, você pode ver preços entre R$ 20,00 e R$ 40,00 por quilo, dependendo de onde está.

Regiões industriais como Sudeste e Sul normalmente pagam mais, geralmente entre R$ 32,00 e R$ 38,00/kg. Isso rola por causa da demanda maior e logística mais fácil.

Em cidades longe dos grandes centros ou com poucos ferro-velhos, o preço cai — às vezes entre R$ 20,00 e R$ 30,00/kg. O transporte e o volume que você tem pra vender também pesam muito.

Se a peça de bronze tá limpa e separada, você recebe mais, chegando perto do teto da faixa local.

Diferenças entre bronze novo e reciclado

Bronze novo, feito em fundições, vale mais por quilo do que o reciclado. O novo tem composição controlada, normalmente cobre e estanho, às vezes fósforo ou alumínio.

Isso garante propriedades e preço mais estáveis. Já o reciclado vem de sucata, pode ter impurezas ou ligas misturadas, o que derruba o valor — às vezes até 20% abaixo do novo.

Mesmo assim, muita indústria compra bronze reciclado, principalmente se aceita material secundário.

Se for vender sucata, tente separar por tipo de liga e limpe as peças. Ferro-velhos e centros de reciclagem pagam melhor por material documentado e limpo.

Comparação de preço do bronze com outros metais

O bronze custa bem menos que o cobre puro. Enquanto o cobre pode subir bastante, o bronze geralmente fica nos R$ 33,00/kg.

Latão e alumínio costumam valer menos por quilo que o bronze. O preço do cobre mexe direto no valor do bronze, já que ele é o principal componente.

Quando o cobre sobe, o bronze acompanha. Variações no mercado internacional e no dólar também pesam.

Se você acompanha o mercado de metais, sempre compare o preço do bronze com cobre e latão antes de vender ou guardar sua sucata.

Onde consultar a cotação e vender bronze

Dá pra consultar cotações em sites especializados, plataformas de sucata e até grupos de compradores locais. Ferramentas online e calculadoras de sucata ajudam a ver valores médios e negociar.

Pra vender, procure ferro-velhos, centros de reciclagem e sucateiros perto de você. Empresas de reciclagem industrial compram lotes grandes e costumam pedir documentação.

Negocie com mais de um comprador pra tentar um valor melhor. Se documentar a origem e limpar a sucata, você pode receber uma oferta mais alta.

Olhe também as cotações do cobre antes de negociar.

Principais fatores que influenciam o valor do bronze

O preço do bronze muda conforme a liga, a demanda industrial e o nível de reciclagem. Cobre e estanho, o estado da sucata e onde você vende fazem diferença no valor final.

Composição, pureza e tipos de bronze

A porcentagem de cobre e estanho na liga pesa muito no preço. Bronzes com mais estanho ou elementos como fósforo e alumínio (tipo bronze fosforoso) costumam valer mais, por conta da resistência e aplicações técnicas.

Bronze novo, com composição controlada, normalmente tem preço maior que sucata. Sucata suja ou misturada perde valor porque fundidores têm que separar e refinar antes de usar.

Se você vende bronze, tente identificar o tipo (industrial, artístico, fosforoso). Fornecedores pagam mais por material limpo e com especificação conhecida.

Oferta, demanda e mercado internacional

O bronze segue o preço do cobre e do estanho nas bolsas mundiais. Quando o cobre sobe, o bronze vai junto, já que cobre é o principal componente.

Setores como automotivo, máquinas industriais e energia puxam a demanda. Se essas áreas crescem, a procura por bronze aumenta e o preço também.

Variações regionais existem. Portos e centros industriais têm cotações mais competitivas. Câmbio e tarifas de importação também mexem no preço final no Brasil.

Impacto da reciclagem e do mercado de sucatas

Bronze reciclado costuma valer menos que o novo, mas reciclar reduz custos e impacto ambiental. O preço que você recebe depende da limpeza, separação por tipo e ausência de contaminantes.

Sucateiros e ferro-velhos pagam melhor por material separado por liga. Uma carga de sucata limpa pode render uns 10–20% a mais que material misturado.

Empresas que reciclam em grande escala conseguem comprar mais barato e revendem conforme a demanda industrial.

Aplicações, durabilidade e qualidade do bronze

A aplicação do bronze faz toda a diferença no valor. Peças para máquinas, mancais, conexões elétricas ou até usos náuticos exigem ligas bem específicas.

Quem busca mais qualidade costuma pagar mais caro. Certas áreas, como a náutica, não abrem mão de um bronze top de linha.

Durabilidade pesa no preço também. Se o bronze resiste bem à corrosão e ao desgaste, ele sempre acaba mais valorizado.

Tem peças em bom estado ou sobressalentes industriais aí? Informe o uso e a especificação quando for vender.

Isso pode aumentar bastante a chance de conseguir uma cotação melhor.